Kim Kardashian estuda Direito após ajudar a reduzir pena de detentas

Kim é um dos maiores símbolos sexuais da década e muda agora sua postura diante dos fãs

LOS ANGELES – A estrela de reality show Kim Kardashian está estudando para ser advogada, inspirada pelo sucesso que teve ao ajudar a libertar duas presidiárias norte-americanas.

Kim disse à revista Vogue em uma entrevista publicada na quarta-feira que começou um curso de quatro anos com um escritório de advocacia de San Francisco que é parte de um programa da Califórnia para pessoas sem qualificação formal. Kim, que não concluiu o ensino médio, disse que pretende prestar o exame da Ordem dos Advogados em 2022.

A estrela de “Keeping Up With the Kardashians” disse que tomou a decisão depois de visitar a Casa Branca e persuadir o presidente Donald Trump a substituir a pena de prisão perpétua de uma mulher de 63 anos do Tennessee por uma pena de infração primária de drogas.

“Senti que queria ser capaz de lutar por pessoas que saldaram sua dívida com a sociedade. Senti que o sistema poderia ser muito diferente, e quis lutar para consertá-lo, e se soubesse mais, poderia fazer mais”, disse Kim, de 38 anos, à Vogue.

Em janeiro, Kim ajudou a obter clemência para outra prisioneira do Tennessee que foi condenada na adolescência por matar um homem que pagou para fazer sexo com ela.

Ela contou que seu primeiro ano de curso envolveu três assuntos: lei criminal, delitos e contratos.

“Para mim, os delitos são os mais confusos, contratos os mais chatos e lei criminal resolvo até dormindo. Fiz a primeira prova e tirei 10. Super fácil para mim”, disse ela à Vogue. “A leitura é o que pega para mim. Toma muito tempo. Os conceitos eu pego em dois segundos”.

Embora seja mais conhecida por desenvolver produtos de beleza e moda e exibir sua vida ao lado das irmãs no programa “Keeping Up With the Kardashians”, Kim tem o Direito no DNA.

Seu falecido pai, Robert Kardashian, foi um advogado proeminente de Los Angeles que integrou a equipe jurídica do astro de futebol americano O.J. Simpson no julgamento de 1995 em que foi absolvido de uma acusação de homicídio duplo.